Comércio Eletrônico
O objetivo maior do Comércio Eletrônico é, e sempre foi o de expandir as fronteiras comerciais de países e de organizações, ou em outras palavras, criar condições para que compradores e vendedores comuniquem-se mais facilmente. A exposição dos produtos para venda é a mais fácil e direta possível. A Internet como o meio de comunicação mais abrangente já construído, favorece a divulgação para, literalmente, todo o planeta. Qualquer negócio, qualquer produto quando colocado na rede torna-se possível (e acessível) a todos os seus milhões de usuários, instantaneamente. Não existe melhor e mais ampla vitrine que a Internet.
Com o Comércio Eletrônico (CE), consumidores podem efetuar suas compras diretamente de sua casa ou trabalho. Assim, não terão necessidade de estar em grandes centros urbanos paraadquirir serviços ou produtos de qualidade.
O comércio eletrônico, numa definição objetiva, é a capacidade de comprar e vender produtos e serviços pela Internet. Indo um pouco mais a fundo, o conceito abrange também a exposição de bens e serviços on-line, a colocação de pedidos,a emissão defaturas, o atendimento ao cliente e o manuseio de pagamentos e dastransações, tendo como objetivo projetar e satisfazer as necessidades dos clientes.
Assim sendo, o mesmo estende as transações comerciais para além da estrutura de tratamento interno da organização, ligando eletronicamente os processos de negócio das empresas com todos os intervenientes na cadeia de valor – fornecedores, empresa, canais/parceiros e clientes/consumidores.
Ao romper barreiras geográficas e temporais, a Internet possibilita aos funcionários e dirigentes trocarem dados, informações, decisões e conhecimentos de forma rápida, entre si e também com seus fornecedores, revendedores e clientes, criando uma nova cultura digital. Nessa nova cultura, fatores como a distância e tempo tendem a ser cada vez menos relevantes.
Por ser um recente canal de vendas, com muitas vantagens e benefícios para varejistas e consumidores, o comércio eletrônico tem um grande campo a ser explorado, por isso, a conquista de novos e-consumidores, teoricamente, poderia ser apontada como certa. Porém, alguns obstáculos como a insegurança dos consumidores em relação às compras, como o descumprimento dos prazos de entrega e percepção de insegurança das transações podem estagnar o desenvolvimento de um segmento muito promissor.
Por isso, as campanhas de marketing, que promovem o e – commerce passam confiança no processo de compra e a facilidade de acesso à Internet, além de outros, são fatores que influenciam o seu crescimento.
A grande barreira ainda que este tipo de comércio tem é a cultura das pessoas terem vontade de “ir as compras”, mas nada que o tempo possa mostrar que compras onlines são divertidas e seguras e muito mais econômicas que a tradicional.
Mas com a evolução acelerada do comercio eletrônico nos anos anteriores a 2004, criaram para o setor uma relativa maturidade em certos aspectos. Consumidores, mais certos de seus direitos e conhecedores do serviço prestados pelas lojas virtuais se tornaram mais exigentes.
O fator que deverá impulsionar o comércio eletrônico no Brasil em 2007 é a adesão de consumidores às vantagens oferecidas pela internet, como comodidade, praticidade e velocidade. A estabilização do dólar e a isnerção da classe C no e-commerce por meio de projetos de inclusão digital e o aumento de vendas de computadores populares também devem contribuir para o crescimento do setor. Com isso, a expectativa é que quase 3 milhões de pessoas, que possuem acesso à internet e nunca fizeram suas compras sem sair de casa utilizando um computador, experimentem pela primeira vez os serviços oferecidos pelas lojas virtuais brasileiras.
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